Como ja sabem, houve uma votação para saber se eu deveria ir para administrador do blogue e contribuir para o mesmo . O Foca fez me o convite e com muito gosto aceitei-o, vou tentar dinamizar um bocado o blogue talvez fazendo umas noticias semanais ou mais entrevistas e tambem artigos de opinião .
Estou aberto a novas ideias e opiniões se quiserem , por isso quem quiser vá deixando uns comentarios (não incluido para os ressabiados!)
Um abraço a todos
Teodoro
19 comentários:
ZIMBORA TEODORO
como é que ele vai fazer os relatórios dos jogos se ele nem sequer é convocado?
Inves de ser Juniores Cascais, podiam por Cascais Juniores (e o mesmo com os outros escaloes) de maneira a que fiquem todos juntos, so uma sugestao.
Não digam o que não sabem. São os treinadores que vão passar a fazer tal como este último. Vamos pedir sempre para que o Alex ou o Vasco tratem disso porque tem muito mais sentido. Percbem bem mais de rugby que nós e fazem toda a analise passando assim tambem para nós o que temos de corrigir e melhorar
Este ultimo comentario é sobre os spots de interesse
Sim já vi e já pus dessa maneira. É bem visto. Obrigado pela proposta. Assinem sff
Porquê que a votação tem 107% de votos no total?!
pa sou so eu que acho ou escrever as cronicas de jogo assim tao detalhadas é dar o ouro ao bandido...
pa tivemos mal nas touches e nas melles, é obvio que os vossos adversarios vem ver este blog, por isso se voces referem os vossos pontos fracos os vossos adversarios vao saber por onde jogar cntra voces...
estas coisas fala-se no treino, o que os que visitam o blog tem que sber é o resultado do jogo, o homem do jogo e a placagem do jogo, mais nada
pa este ultimo comentario tem razao...admistradores e de pensar nisso
acho que não ,mas vocês é que sabem foi-me pedido pelo foca e concerteza disse que não me importava de o fazer.agora se tens tantos problemas com que os adversários possam pensar ,trabalha mais nos treinos para quando chegarmos aos jogos não fazer-mos os mesmos erros ok.
vn
AMO T TEODORO!!!! começa ja hj a fazer merdas, ZIMBORA
com certeza foi so uma opiniao...
eu nao sou desta equipa, mas posso ainda vir a ser... e simplesmente uma critica construtiva...
se quiserem aceitei-na senao continuem...
abraços
ent teodoro nao fazes nada pa? va la
Acho que o que os adversarios ficam a saber sobre nós nao tem grande relevancia, pois no jogo seguinte estaremos melhores onde estivemos pior no jogo anterior, e os treinadores adversarios concerteza que nao andam ai a espiar os blogs das outras equipas para obterem melhores resultados.
quando é o jogo com a agronomia b?
Bora la Teo!!! Agora e pa revolucionar isto pa, faz um bom trabalho como os outros, ou ainda melhor... Daaa lhe!
Barral
Fotos do jogo contra o técnico no fotorugby.
Abraço
MC
(retirado do site da FPR)
RUGBY, UM JOGO PARA GENTE BEM-EDUCADA
Nós, gente do rugby, gostamos, mostrando o diferente que nos sentimos, de publicitar a definição do jogo no conceito "um jogo de rufias jogado por gente bem-educada" - já não por cavalheiros porque, como também sabemos, os homens não são únicos na modalidade.
E há toda uma profunda razão para o definirmos assim. Desde sempre o jogo de rugby tem uma ética própria subordinada a um conjunto de valores que se estabelecem no seu "Código do Jogo". De facto, existe toda uma maneira de estar que se pretende diferente e tradutora de uma cultura distinta em que o respeito, o "fair-play", o espírito colectivo de equipa, o companheirismo, a abnegação, a boa educação constituem algumas das componente de valores e atitudes que formatam a envolvente do jogo.
E assim sendo, é natural que possamos utilizar, com orgulho, a marca da diferença - um amigo meu, médico e frequentador internacional de estádios de futebol, viu, pela primeira vez, um jogo de rugby no França-All Blacks do centenário da FFR: não julgava possível, dizia, a confraternização permanente entre os espectadores adversários que o rodeavam. Espantado, tornou-se adepto.
Mas se pretendemos sê-lo, devemos, no mínimo, parecê-lo. E o que se passa à volta dos nossos campos em dia de jogo não pertence a este mundo edílico que pretendemos transmitir aos de fora. Espectadores, antigos jogadores na sua maioria, insultam árbitros e adversários, chamam nomes a quem bem querem e comportam-se como rufiotes numa constante demonstração arruaceira, deixando - para inglês ver - a proclamação da pretendida boa educação.
O jogo de rugby não é fácil de gerir. Os árbitros, como os jogadores, têm dificuldades na análise da sequência pela rapidez da acção e pelo número de intervenientes. Mas próximos e se pertencentes ao mesmo patamar, vêem melhor e analisam quase sempre melhor. E, na grande maioria dos casos, tomam a decisão correcta e são os espectadores que, ignorantes da Lei, protestam violentamente, impondo a emoção à razão, pressionando para que a sua cor, apesar de faltosa, deixe de ser "roubada!".
Nada deste comportamento se justifica ou ajuda o rugby português no seu desenvolvimento e progressão. Pelo contrário: desfocaliza jogadores, pressiona treinadores e árbitros de forma desadequada, retira lucidez aos intervenientes e transforma o jogo num espectáculo nada dignificante e que só diminui o campo de influência da modalidade.
Precisamos de melhorar todos os dias o rugby que se joga em Portugal. Para o que necessitamos de melhores treinadores, melhores jogadores, melhores árbitros, melhores dirigentes. Numa vontade que dispensa claramente os piores exemplos da Blood, Sweat and Beers de antanho.
E se, em vez deste comportamento trauliteiro e para começar o novo ano, fizéssemos um esforço para aprender as Leis do Jogo e a sua aplicação prática? Um esforço para que os treinadores fossem exigentes com os seus jogadores, educando-os de acordo com as Leis do Jogo; um esforço dos dirigentes para imporem o rigor das Leis do Jogo nas equipas dos seus clubes e decente comportamento aos seus adeptos; um esforço dos espectadores para que se comportassem como gente bem-educada. E se não há, como também sabemos, jogos sem árbitros e para um futuro com tudo a correr pelo melhor, porque não tentar uma parceria: criar o hábito de convidar os árbitros para se treinarem semanalmente com os diversos clubes.
Talvez assim pudéssemos fazer compreender a marca da nossa diferença: no Rugby, a vitória, sendo importante, não é o mais importante; o mais importante é poder pertencer a uma comunidade muito especial - a comunidade rugbística.
Lisboa, 1 de Janeiro de 2009
João Paulo Bessa
o que é que queres mostrar com este texto, joao paulo bessa?
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